"Creio que o balanço deste TIA Sub 15, apesar de tudo, é positivo. Não podendo esquecer que éramos a segunda seleção mais jovem do torneio, com apenas um atleta sub 15, no lote dos 12, e ainda 4 sub 13, penso que nos dois primeiros jogos foi evidente essa diferença, acima de tudo na dimensão física do jogo. Como é comum neste contexto competitivo, os atletas crescem de jogo para jogo e, nos dois últimos jogo, já conseguimos equilibrar a competitividade e aplicar de melhor forma aquilo que fomos trabalhando na preparação. Acima de tudo penso que aquilo que é a essência do torneio foi conseguida, proporcionar aos nossos jovens atletas uma experiência inesquecível nas suas vidas, proporcionar-lhes um contexto competitivo que dificilmente têm durante a época, participar também na sua evolução enquanto jogadores e enquanto homens, através dos valores que são passados durante todo o torneio, das regras que têm de ser cumpridas, das relações interpessoais criadas entre eles e com os seus pares das restantes associações distritais. Acredito que saem deste torneio melhores jogadores e melhores pessoas do que quando chegaram, que se divertiram e fomentaram ainda mais a sua paixão pelo futsal.

Não podemos de deixar uma palavra aos nossos clubes, seus treinadores e estruturas, pelo trabalho que vêm realizando, e pela estreita colaboração para com a seleção distrital. Uma palavra também aos pais, que fazem certamente um grande esforço para que os atletas possam usufruir desta experiência, na preparação e durante o torneio, e também pelo apoio próximo que lhes prestam.

Por fim, dizer que o processo continua o seu caminho, o plano estratégico desenvolvido pela AFVC há uns anos atrás continua a dar os seus frutos.

Vamos cimentando o futuro do futsal para que continue a estar bem alicerçado."